Mostrando postagens com marcador dramas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dramas. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de dezembro de 2011

Dae Jang Geum


Minha vida de k-drama lover é relativamente recente, por isso é possível, e até mesmo natural, que eu desconheça certas obras que fizeram muito sucesso no passado.
É o caso de Dae Jang Geum, um verdadeiro épico da televisão coreana produzido pela MBC em 2003 e que foi um mega hit não apenas na k-dramaland, mas em vários países da Ásia, Europa, Oriente Médio (!), Oceania e até mesmo em países latinos como Peru, Colômbia, Venezuela, México, Costa Rica... (Alguém viu o Brasil na lista? É, nem eu... ¬¬).

Dae Jang Geum conta a história de uma órfã que entra no palácio da família real como aprendiz de cozinheira e acaba se tornando a primeira (e única) mulher na história da Coréia a exercer o cargo de médica oficial do Rei, recebendo o título de Dae Jang Geum (Grande Jang Geum). É importante ressaltar que, embora seja baseado numa história verídica, ocorrida no século XVI, o drama não preza pela fidelidade histórica e inventa vários fatos que nunca aconteceram na vida da moça, como sua passagem pela cozinha do palácio.  

terça-feira, 3 de maio de 2011

Hwang Jin Yi


Antes de assistir Chuno, eu nunca dei muito crédito aos dramas históricos. Eu pensava: "Ah, deve ser chato. Melhor ficar com esse drama atual mesmo". Ainda bem que venci o preconceito, porque assim acabo me deparando com gratas surpresas.

Hwang Jin Yi é um k-drama de 24 episódios, exibido em 2006 pela KBS2. Ele conta a história da lendária cortesã coreana Hwang Jin Yi, que viveu no século XVI e tornou-se uma das gisaengs mais famosas da dinastia Joseon.

Bom, Jin Yi (ou Myeongwol, literalmente "lua brilhante", seu nome de gisaeng) é uma figura histórica, mas tirando o fato de que foi uma mulher linda, extremamente inteligente e uma grande artista e poetisa, os relatos sobre sua vida privada não são muito precisos, o que deu margem ao surgimento de várias versões de sua vida em livros, filmes, dramas e até óperas.


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

K-dramas nos EUA!


Todo mundo sabe que os americanos adoram beber em fontes asiáticas. Não é de hoje que eles curtem fazer versões made in USA de obras-primas do cinema chinês, japonês, coreano...
Infelizmente, o resultado não tem sido muito agradável, como em O grito (remake de Ju-hon), no chatinho A casa do lago (remake de Il mare) ou em Ironias do amor (remake do maravilhoso Sassy Girl), que de tão sem graça foi lançado direto em DVD.
Agora, ao que parece, os produtores americanos finalmente descobriram algo que já sabemos há séculos: K-drama é bom demais!

Segundo o The Korea Herald, o CEO da produtora Kapital Entertainment assinou um contrato com a KBS, comprando os direitos sobre dois dramas da emissora: Resurrection (2005) e The Devil (2007). O objetivo é fazer versões desses dramas para a TV americana.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

City Hall


City Hall é um k-drama que foi exibido em 2009 pela SBS e mostra os bastidores da vida política de uma pequena cidade chamada Inju. O drama acompanha as histórias de Shin Mi-Rae (Kim Sun Ah) e Jo Gook (Cha Seung Won), duas pessoas completamente diferentes que acabam tendo seus destinos cruzados por causa da política. Shin Mi-Rae é uma funcionária da prefeitura, que trabalha há sete anos no gabinete do prefeito, mas que não conseguiu deixar de ser uma funcionária de 10º grau (o nível mais baixo no serviço público do país). Jo Gook, por outro lado, é um verdadeiro prodígio e sua carreira é um sucesso. Ele é um funcionário do 3º grau e todos o consideram um gênio político.
A história começa quando Jo Gook é enviado por seu mentor para ser o novo vice-prefeito de Inju. A partir daí, ele acaba se envolvendo na vida dessa cidade que, apesar da aparente insignificância, modifica profundamente a vida do rapaz.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Boys Before Flowers II



Já faz um tempo desde minha última postagem sobre Boys Before Flowers, mas como dizem... Antes tarde do que nunca, não é mesmo?
Se você ainda não leu a primeira parte da review de BBF, é bom dar uma olhada.

Bom, agora posso terminar a review dizendo que achei o k-drama perfeito, que vai entrar para a galeria dos dramas da minha vida, certo?

Não. Errado.

Mas como!? Vocês devem estar se perguntando. *vamos fingir que estão.

O que houve!?

Eu respondo: o impossível aconteceu.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Wish Upon a Star

O que é a vida sem um vício, não é mesmo? Alguns bebem, outros fumam... Eu assisto dramas. E como já estava entrando em crise de abstinência, resolvi pegar um dos k-dramas da última temporada para assistir. Fui meio que na sorte e escolhi Wish Upon a Star.



Wish Upon a Star conta a história de uma típica família coreana, composta por pai+mãe+filha+filho+filha+filho+filha+filho... Está bem... Nem tão típica assim.
Jin Pal Gang é a mais velha dos seis filhos do casal mais altruísta, bondoso e generoso da história dos k-dramas. Ela é a única filha biológica e tem que dividir a pequena casa onde vive com seus cinco irmãos adotivos, o que nem sempre é muito fácil (tentem imaginar morar numa casa com apenas um banheiro para 8 pessoas, 5 delas crianças, cujo hobby é encontrar as roupas de grife da irmã mais velha e estraçalhá-las).

Tadinha da Pal Gang, certo? Nem tanto. A vida dela não é fácil, mas bem que ela podia ter aprendido um pouco com os pais. Pal Gang é fútil, preguiçosa, egoísta, se aproveita dos amigos e não tem um pingo de responsabilidade. Ela trabalha em uma seguradora, onde sempre chega atrasada e dificilmente seria considerada a funcionária do mês.
Provavelmente, o único motivo de a garota acordar cedo todo dia para bater ponto é Won Kang Ha, um advogado frio e insensível, que trabalha na mesma empresa e é a grande paixão de Pal Gang há cinco anos.

Tudo muda quando o casal Jin morre num "acidente" e Pal Gang, de uma hora para outra, transforma-se na nova chefe da família. E como a Lei de Murphy é f**da, eles ainda ficam sem casa, sem dinheiro e têm que dar um jeito de se virarem sozinhos. História interessante, não?

Como ainda não terminei de assistir, ainda não vou colocar a review, mas fiz um resumo do primeiro episódio para quem estiver curioso e quiser saber um pouco mais sobre a série. Se você não gosta de spoiler e não quer estragar a surpresa, pare por aqui. Se não, pode continuar.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Boys Before Flowers


Há muito tempo ouço falar em Hana Yori Dango (Hanadan, para os íntimos), um mangá gigantesco (241 capítulos!) de Kamio Youko, que conta a história de Tsukushi Makino, uma garota pobre que consegue ser admitida na Eitoku Gakuen, uma escola de elite para alunos podres de ricos. Dentre esses estudantes estão os quatro rapazes que formam o F4, o grupo que simplesmente manda no colégio e que com seu cartão vermelho transforma a vida de qualquer um que os desagrade num verdadeiro inferno. Bom, nem preciso dizer que a coitada da Makino acaba entrando no caminho deles e sofre horrores nas mãos da escola toda, né? Mas o legal é que ela não é uma daquelas heroínas de shoujo idiota que ficam se lamentando pelos cantos sem fazer nada. Não, a Makino é corajosa, forte e vai mostrar para o F4 que eles escolheram a pessoa errada para atormentar.
Esse é basicamente o resumo da história desse mangá premiado que é um dos shoujos mais vendidos da história do Japão e que fez sucesso em vários países como China, Espanha, Itália, França... Ah, além de ter dado origem a um anime, um filme, um j-drama de duas temporadas, um drama taiwanês e mais recentemente a um k-drama chamado Boys Before Flower.